O copiloto da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Marques Monteiro, tem apresentado sinais importantes de recuperação mais de 200 dias após ter sido baleado na cabeça durante uma operação. Internado desde março, ele passou por cirurgias delicadas e um longo período em cuidados intensivos, sempre acompanhado de perto por sua esposa, Keidna Marques.
Felipe foi atingido por um disparo de fuzil na testa em 20 de março e enfrentou transfusões de sangue e procedimentos contínuos para estabilizar seu estado. Em setembro, passou por uma cirurgia de reconstrução do crânio, etapa determinante para o avanço do tratamento. Desde então, ele tem surpreendido médicos e familiares com pequenas, porém significativas melhorias, como mover braços e pernas.
Em entrevista à coluna Mirelle Pinheiro, Keidna relatou momentos que têm dado esperança à família. Ela contou que, quando esperavam apenas um movimento leve dos dedos, Felipe conseguiu mover a mão inteira. Em outro momento, ao ser estimulado a vocalizar sons simples, respondeu com um “amém”. Segundo ela, o policial também conseguiu dizer seu nome quando questionado pela fisioterapeuta.
Um vídeo compartilhado nas redes mostra Felipe abraçando e beijando a esposa, gesto que ele não conseguia realizar havia meses. A imagem comoveu amigos, colegas e seguidores que acompanham a luta dele pela recuperação.
Keidna agora tenta viabilizar a transferência do marido para o Hospital Sarah, em Brasília, referência em reabilitação. Segundo ela, após a alta do quarto hospitalar, Felipe será encaminhado para uma unidade de transição, onde iniciará uma nova etapa do tratamento. A meta da família é levá-lo o quanto antes para Brasília, na esperança de um avanço ainda maior em seu processo de reabilitação.
Copiloto da Polícia Civil que levou um tiro na cabeça durante uma operação no RJ apresentou sinais de melhora e já demonstra alguns avanços nos movimentos.
Videos Relacionados


